Tantos corpos frios,
almas vazias e dispersas
que fogem da vida,
da realidade, das respostas
e da corrida
que nos arrasta
para os vícios do Mundo.
E eu, do meu poiso,
observo... fumo o meu cigarro
na paz de quem as escarnece
E vicio-me,
envelheço
aceito-me
e sou feliz.
1 comentário:
Este é muito difícil de comentar, porque me identifiquei desde logo com ele. Acho que foi uma atracção muito forte que se deu logo no início. Até o próprio título me cativou de forma abrupta.
Adorei este poema, em particular! [sim, porque gostar, eu gosto de todos. E não costumo elogiar só porque sim. Se eu não gostasse não te dava o trabalho de leres estes comentários todos, acredita, porque eu não teria o trabalho de os escrever lol]
Este é daqueles poemas que dizem tudo e que, automaticamente, quando acabamos de ler a primeira vez, temos tendência quase inata para o reler, para termos a certeza que não perdemos nenhuma das entrelinhas…Congratz! ;)
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