Sinto o sorrateiro irromper
do Nada.
Sinto-me a esvair
em Alma.
Sinto-me a não sentir
a dor
que sinto quando não sei
do Amor...
que sinto quando me sei
a ir
A sorrir do circo em que vivi,
a ironizar o ciclo em que caí,
a martirizar o que me resta
do sonho, do amor e de
todas as outras coisas inerentes a isto,
ao que não presta,
à Vida,
esta vida que não sinto.
1 comentário:
Os teus poemas fazem-me ficar nostálgica, mas num bom sentido. Fazem-me, por vezes, criar personagens, por outras, uma história com todo o enredo pormenorizado, e outras fazem-me simplesmente pensar sobre o que é a vida e suas respectivas filosofias.
Mais uma vez reforço a ideia de que adoro os teus poemas e não sei muito mais que te diga quanto a isso, a não ser que me deixas abesbilica! :P
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