A tua voz
O som do brilho dos teus olhos a ecoar
O teu sorriso que me fala
nas noites em que não durmo
em que não me é permitido existir...
A quietude
A tua mão
O teu toque
O teu carinho e a vontade de sorrir
...
Nada dura para sempre
mas este era o meu momento do eterno!
E tu só te quiseste a ti
e não mo lo revelaste...
O vício leva-me pelo caminho
do facilitismo que me domina
pela vereda de quem sozinho
a si próprio se contamina...
O vírus de ti
O sonho de mim
e a noite que passou.
E o passado que me amou
também me traiu.
Foste-te.
Leva-me contigo
que eu, sem sentido
me vou...
me levo...
me afundo
e te prezo
na minha solidão.
Leva-me... leva-me!
Pela mão.
Se não me queres,
fá-lo.
2 comentários:
Bom, vamos lá a ver se o serviço agora está válido...
Há pouco escrevi algo do género:
ARRASO!
Poema é também descer ao mais fundo do nosso ser...
E, ao mesmo tempo, sentir o enlevo deste rasgar... de ventos e horizontes...
Obrigada, Teresa! É bom ver que quem esteve presente nos primórdios, atenta ainda no que está em evolução e crescimento. E obrigada por ser um dos elementos que ajudam à consolidação desse mesmo enlevo que se sente... ;)
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