É-nos vedado o conhecimento de nós próprios...
São-nos tapados os olhos e caminhamos no escuro
por quem não somos...
jogamos um jogo de crianças
sem regras, ditado por adultos
e revemo-nos a nós próprios,
despidos, com a vergonha de existirmos.
Balbuciamos qualquer coisa e choramo-nos...
Ansiamos pelo abraço desfeito
e morremos.
Nunca vivemos decerto.
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